segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

O sonho da motocicleta ideal.



Os desenhistas, os criadores, hoje conhecidos como designers, os gênios que transformam sonhos em realidade antigamente mas, não muito longe tirabam da prancheta agora de realidae virtual passam a realidade material. Estes senhores viajam toda a sua imaginação e experiências para satisfazer o desejo supremo de poder sentir a liberdade no rosto ao som de um motor movendo duas rodas. A impressionante altonomia sensação de controle da máquina naquele caninho apertada palas mãos, os cotuvelos arcados e firmes tal a planta dos pés na pedaleira, Sentoir o conforto da segurança ao deitar magestosas cilindradas numa curva que rola por baixo da companheira emborrachada. Brinquedo de gente grande. daí os conceitos.



Buell foi um que realizou um desejo,
infelizmente... Mas deixou alguns exemplares de como deve ser uma motocicleta para terreno misto.

Hoje já envolvidos com a política correta e conceitual da anti-poluição, anti-ruído e a alternativa de combustível para motores elétricos.
Silenciosos e não pouentes e mais importante mais em conta pra o bolso do propietário.

A Vespa no Brasil




Pela terceira vez a Vespa voltou a ser montada no Brasil pela Motovespa, uma associação entre a italiana Piaggio (45%) e as brasileiras Caloi (45%) e B. Forte (10%). De 1985 a 1986 eram somente montadas no Brasil, de 1986 a 1990 eram realmente fabricadas em Manaus com índice de até 90% de nacionalização. Foram produzindo o modelo PX de 200 cc nas versões Standard E sem borracha de proteção nas laterais nem no paralama dianteiro e sem flash de luz alta; a GT com flash de luz alta, bateria e partida elétrica opcional. A top de linha era a ES EleStart com todos os opcionais. Logo no seu primeiro ano, embalada pelo Plano Cruzado, a Vespa conseguiu suplantar a Honda CG 125 do posto de veículo de duas rodas mais vendido do mercado. A empresa conseguiu produzir a média de 2,5 mil unidades por mês, 50% acima da meta inicial.



A Motovespa chegou a ter 300 funcionários na fábrica de Manaus e rede de 140 revendas espalhadas pelo País. A partir de 1987, porém, as vendas começaram a cair e a empresa passou a ter problemas de administração. Nessa época, a Caloi abandonou a sociedade e o controle acionário passou por várias alterações. A produção nunca mais se normalizou e, em 1990, as atividades se encerraram definitivamente no País.

A Vespa voltou ao Brasil no ano 1994 até 2000 , com o modelo 150 Originale, importado da India pela Brandy, empresa de Ribeirão Preto que representa a Piaggio no País.
Desde 2004 o representante oficial da PIAGGIO no Brasil é a PVGA , que importa e vende os modelos Vespa e Piaggio




Fonte: http://www.motosantigas.com.br/vespa/index.htm

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010


Harley-Davidson Apresenta a Ultra Classic Electra Glide Black CVO 2010

A Harley-Davidson apresentou uma série limitada de 999 unidades da Ultra Classic Electra Glide na qual todos os cromados foram substituídos por um tom de preto profundo, entre outras exclusividades.









A Ultra Black CVO 2010 foi o último modelo a entrar na família CVO da H-D. Entre outros itens de exclusividade, a moto tem parabrisa fumê personalizado, freios Brembo com ABS, injeção eletrônica sequencial, controle de cruzeiro e navegador Road Tech Zümo 660. No todo, a Ultra Classic Electra Glide Black CVO tem 185 componentes exclusivos.










O motor é um "Screamin Eagle Twin Cam 110" com acabamento em preto e cromado. É o maior "V-Twin" de serie fabricado pela Harley-Davidson.
QUADRICICLO - LT-A750X KingQuad da Susuki
















O LT-A750X KingQuad da Suzuki é um quadriciclo como nenhum outro. Unindo características de um ATV ao mesmo tempo funcional e esportivo, foi projetado não apenas para ser o melhor ATV esportivo/utilitário da atualidade, mas o melhor já fabricado em todos os tempos.

Quadriciclo Suzuki LT-A750X Vermelho

Confira abaixo algumas características da máquina:
• Motor quatro tempos de 722 cm³, arrefecido à água, com quatro válvulas e duplo comando de válvulas, entregando incrível potência e torque;

• Sistema de injeção eletrônica de combustível, proporcionando economia e favorecendo a aceleração;

• Filtro de ar com elemento de papel e espuma, facilitando a limpeza e reduzindo a manutenção;

• Limitador de RPM para a marcha ré, aumentando a segurança do piloto;

• Motor montado sobre coxins de borracha, diminuindo a vibração;

Proteção de plástico para o motor e o chassi, aumentando a segurança;

• Suspensão totalmente independente na dianteira e traseira com cinco ajustes de pré-carga da mola, proporcionando dirigibilidade, aderência e conforto;

Freios a disco hidráulicos na dianteira e multidiscos banhados a óleo na traseira, fornecendo segurança e potência de frenagem;

• Avançado sistema de freio motor, garantindo maior segurança;

• Prática e confortável transmissão QuadMatic totalmente automática;

Alavanca de câmbio para selecionar os modos normal, reduzido, neutro e estacionamento;

Bagageiros resistentes com pintura reforçada na dianteira e na traseira;

• Acionamento da tração 4×2, 4×4 e bloqueio do diferencial no guidão;

Tanque de combustível montado sob o assento.
















O KingQuad LT-A750X está disponível nas cores verde, preto e vermelho e é comercializado a partir de R$ 31.680,00.

Para conhecer mais do quadriciclo, acesse o site suzukimotos.com.br/hotquad








http://makeoffmaurochagas.blogspot.com


LEI QUE OBRIGA SELO DO INMETRO NOS CAPACETES FOI ADIADA.



As novas regras para o uso de capacetes que deveriam entrar em vigor a partir de primeiro de janeiro deste ano, foram adiadas para o dia primeiro de junho.

No caso de capacetes sem viseiras, é obrigatório o uso de óculos de segurança (modelo que permite ao motociclista a utilização simultânea de óculos de sol ou de lentes corretivas).

Para completar, a resolução obriga o uso de adesivo refletivo nas laterais e na parte traseira do capacete. Porém há controvérsias, principalmente no que diz respeito ao tamanho e qualidade dos refletivos e aos capacetes certificados fabricados antes da resolução, já que, na visão dos fabricantes, nenhuma lei pode retroagir.

Na verdade, a resolução 203 é um complemento ao Código Brasileiro de Trânsito (CBT). Assim, o Inmetro certificará produtos e fiscalizará as lojas. Caberá a polícia autuar os infratores que não estiverem com capacetes certificados pelo orgão.

ATENÇÃO:

Indústria

Os fabricantes e importadores tiveram que se ajustar à resolução 203. Os capacetes comercializados a partir de 9 de agosto deverão ter adesivos refletivos maiores. Isso acarreta um custo adicional ao produto – matéria-prima, corte, aplicação, mão-de-obra – que, com certeza, será repassado ao consumidor, ou melhor, para o piloto e ao garupa. Para os modelos básicos, o aumento pode chegar a até 10%.

Para Oswaldo Coelho de Souza, diretor da Starplast – importador e fabricante das marcas Bell, Bieffe, Peels e Fly –, a resolução 203 entrará em vigor para tirar de circulação os capacetes não-certificados, os perigosos coquinhos, além de modelos em péssimas condições de conservação. “Estaremos moralizando o mercado. Além disso, a lei é uma forma de deixar o motociclista mais alerta sobre o uso deste imprescindível equipamento de segurança”.

Já Gianfranco Milani, gerente de Vendas da Taurus – fabricante e importador das marcas Taurus, Zarref e Nolan – , segue o mesmo raciocínio do colega da Starplast, já que a resolução vai varrer das lojas os capacetes coquinhos e os modelos que estão fora de conformidade. “Pelo menos o item de segurança será vendido dentro de normas de segurança, mas a determinação sobre o refletivo é um exagero, já que 52% dos acidentes acontecem com motos trafegando nos corredores. O capacete tem a função de salvar vidas e não servir de elemento de sinalização”, critica Gianfranco.

Polêmicas à parte, Orlando Moreira da Silva, da Coordenação-Geral de Infra-Estrutura de Trânsito (CGIT), dá o veredicto: “Os capacetes antigos em bom estado de conservação (certificados pelo Inmetro) terão que ser dotados de dispositivo refletivo de segurança na forma especificada no artigo 2º e no item I do anexo da resolução 203”, comunica o coordenador geral do CGIT, dizendo ainda que deverão ser adotadas adesivos retro-refletivos na forma especificada no anexo II da resolução nº 219/2007 (acesse o link abaixo, no intertítulo “serviço”).

Por isso, muito cuidado na aquisição de kit de refletivos. Há adesivos sendo vendidos completamente fora do padrão estipulado pelo Contran. Assim, o motociclista também poderá ser autuado. Na dúvida, consulte o fabricante ou o importador de seu capacete.

Para o motociclista Ricardo do Santos, qualquer medida que seja em prol da vida do piloto e garupa deve ser elogiada, mesmo tendo que desembolsar alguns reais para comprar um kit de adesivos ou até adquirir um capacete novo. “Não quero colocar minha cabeça, literalmente, a prêmio”.

Penalidades

A fiscalização ficará a cargo das autoridades de trânsito, que devem observar a inserção dos adesivos refletivos de segurança – nas laterais e na parte traseira, o selo de identificação regulamentada pelo Inmetro ou da existência de etiqueta interna comprovando a certificação do produto.

A pena para quem pilotar com capacete irregular é a mesma se o motociclista estivesse sem o item obrigatório de segurança, ou seja, a infração é considerada gravíssima. A carteira é apreendida e o infrator “ganha” multa de R$ 191,52, mais sete pontos no prontuário. Além, é claro, das taxas de reboque e as diárias nos pátios dos Detrans estaduais.

Tipos de capacetes aprovados

• Capacete integral (fechado) com viseira;
• Capacete integral sem viseira e com pala (uso obrigatório do óculos);
• Capacete integral com viseira e pala;
• Capacete modular;
• Capacete misto com queixeira removível com para e sem viseira (uso obrigatório do óculos);
• Capacete aberto (jet) sem viseira (com ou sem pala) (uso obrigatório do óculos);
• Capacete aberto (jet) com viseira (com ou sem pala)

Pelo menos para quem ainda não se “regularizou”, ganhou mais um tempinho.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Aprilia Apresenta sua Equipe para o Mundial de Superbikes 2010












































A nova fera está pronta para rodar as pistas do mundial. 2010 será um ano especial.





A Aprilia apresentou a sua equipe para o Mundial de Superbikes 2010 com belas motos pintadas de acordo com o seu principal patrocinador.


As motos da Aprilia vem decoradas de acordo com as cores usadas pelo seu patrocinador principal, a Alitalia, que retorna às competições após 20 anos de afastamento.

A equipe Aprilia contará com os pilotos Max Biaggi e Leon Camier na condução de suas velozes RSV-4.

Nova MV Agusta F4 Entra em Produção














A nova MV Agusta F4 apresentada mundialmente no dia 12 de fevereiro.








Primeiras unidades da nova F4 da MV Agusta estão ficando prontas na fábrica da Itália.




A primeira apresentação da nova MV Agusta F4 foi na feira de Milão em 2009 e agora as primeiras unidades do modelo 2010 estão ficando prontas para entrega aos seus respectivos compradores.

Enquanto a Harley-Davidson procura um comprador para a MV Agusta, a linha de produção continua operando sem diminuição de ritmo. As primeiras unidades da F4 estarão disponíveis para uma coletiva mundial de imprensa no próximo dia 12 de fevereiro no circuito de Almeria, na Espanha.

O modelo 2010 da MV Agusta F4 manteve os traços de sua antecessora, mas recebeu várias atualizações em seu motor e chassis. O motor é um quatro cilindros em linha de 998cc capaz de entregar 186 HP a 12.900 rpm. O novo chassis é mais leve e mais compacto do que nas versões anteriores. O sistema de admissão agora tem geometria variável e a moto também incorpora sistema de controle de tração.

O preço sugerido do modelo 2010 será de 18.500 euros